Uma nova forma de descobrir o mundo está ganhando espaço entre os viajantes brasileiros.
Durante muitos anos, viajar para a Europa era o grande sonho de quem procurava uma viagem internacional em grupo. Itália, França, Espanha e Portugal estavam entre os destinos mais desejados e faziam parte de praticamente todos os calendários das operadoras de turismo.
Mas esse cenário começou a mudar.
Hoje, países como Uzbequistão, Namíbia, Geórgia, Croácia e Coreia do Sul despertam cada vez mais a curiosidade de quem já conhece os destinos tradicionais e deseja viver experiências diferentes.
E essa transformação não aconteceu por acaso.
Carlos Caprice, diretor da Caprice Turismo, acompanha essa mudança de perto. Com mais de 30 anos de experiência no turismo internacional e aproximadamente 21 mil passageiros embarcados ao longo dessa trajetória, ele percebeu que o perfil de quem procura viagens organizadas já não é o mesmo.
Por que as viagens em grupo para a Europa tradicional perderam força?
A Europa continua sendo um continente extraordinário, com um patrimônio histórico e cultural incomparável. Entretanto, alguns fatores fizeram com que os roteiros tradicionais perdessem espaço na procura pelos grupos da Caprice.
O primeiro deles é o custo.
Viajar para países como França, Itália e Portugal ficou mais caro, especialmente quando consideramos hospedagens, alimentação, transportes e passeios organizados.
O segundo fator é a própria experiência dos viajantes.
Muitas pessoas que hoje procuram a Caprice já visitaram os principais destinos europeus, algumas até mais de uma vez. Naturalmente, elas começam a buscar novos lugares, outras culturas e histórias que ainda não tiveram a oportunidade de conhecer.
Carlos conta que, no passado, a Caprice organizava grupos de 40 a 45 passageiros para roteiros tradicionais. Atualmente, a empresa privilegia grupos menores, geralmente entre 25 e 30 pessoas, com itinerários mais específicos e experiências culturais aprofundadas.
Essa mudança também trouxe uma nova maneira de planejar as viagens.







O viajante de hoje quer conhecer lugares diferentes
Quem já caminhou pelas ruas de Roma, conheceu Paris e visitou Lisboa pode começar a se perguntar: qual será o próximo destino?
É nesse momento que países menos presentes nos roteiros convencionais passam a despertar interesse.
A Rota da Seda, por exemplo, permite conhecer cidades históricas que foram fundamentais para o comércio entre o Oriente e o Ocidente. Já a Namíbia apresenta paisagens completamente diferentes, com desertos imensos, dunas e uma natureza impressionante.
Nos Bálcãs, países como Croácia, Bósnia e Herzegovina e Montenegro surpreendem pela combinação de cidades medievais, paisagens naturais e uma história marcada pelo encontro de diferentes civilizações.
São viagens para quem não quer apenas conhecer mais um país, mas compreender um pouco melhor o mundo.

Uma jornada pelo Uzbequistão, Tajiquistão, Quirguistão e Cazaquistão, percorrendo regiões que preservam séculos de história, arquitetura islâmica e tradições da Ásia Central.

Namíbia e África do Sul
Uma combinação de desertos, oceanos, savanas e safáris, para quem deseja descobrir paisagens extraordinárias sem abrir mão de uma viagem organizada.

Croácia, Bósnia e Herzegovina com Montenegro
Um roteiro pelo sudeste europeu que reúne cidades históricas, influências culturais distintas e paisagens impressionantes do Adriático.

Uma viagem pela região do Cáucaso, onde antigas tradições, gastronomia, arquitetura e diferentes culturas fazem parte da experiência.
Viajar para destinos diferentes exige ainda mais planejamento
Existe uma diferença importante entre escolher um destino interessante e organizar uma boa viagem para esse destino.
Para Carlos Caprice, a qualidade de uma experiência internacional está diretamente relacionada aos detalhes do planejamento.
É preciso conhecer os hotéis, avaliar os restaurantes, selecionar guias locais, organizar os deslocamentos e determinar quanto tempo o grupo realmente precisa em cada atração.
Na Índia, por exemplo, a Caprice trabalha com hotéis de alto padrão e seleciona cuidadosamente os locais onde os grupos realizam suas refeições.
Assista aqui o vídeo que a Bianca gravou sobre o critério de restaurantes na Índia
No Egito, a experiência acumulada pelo Carlos em dezenas de viagens ao país influencia diretamente a construção dos roteiros.
E isso vai muito além da escolha dos hotéis.
Por que o tempo dedicado aos passeios faz tanta diferença?
Um dos exemplos mais interessantes apresentados por Carlos é a forma como a Caprice organiza suas visitas ao Egito.
Enquanto alguns roteiros reservam períodos curtos para atrações grandiosas, a Caprice procura oferecer tempo suficiente para que os passageiros possam realmente aproveitar cada lugar.
No complexo das Pirâmides de Gizé, por exemplo, a programação contempla aproximadamente quatro horas de visita, incluindo explicações dos guias, a região das grandes pirâmides e a Esfinge.
No Grande Museu Egípcio, a proposta também é dedicar cerca de quatro horas à experiência, combinando visitas guiadas com tempo livre para explorar outras galerias, observar os detalhes e fotografar.
Essa filosofia faz parte da maneira como Carlos entende o turismo:
“Nós perdemos uma boa organização nos pequenos detalhes ou ganhamos nos pequenos detalhes.”
Afinal, viajar milhares de quilômetros para conhecer um monumento histórico e precisar sair correndo depois de poucos minutos não é a experiência que a Caprice deseja oferecer.
Viagens em grupos menores: mais atenção e uma experiência mais completa
Outra mudança importante está no tamanho dos grupos.
Ao privilegiar grupos de aproximadamente 25 a 30 passageiros, a Caprice consegue organizar experiências que valorizam o acompanhamento, a convivência e o cuidado com cada viajante.
Além disso, os roteiros são desenvolvidos considerando a infraestrutura necessária para que o passageiro possa aproveitar a viagem com tranquilidade.
Essa proposta é especialmente interessante para quem prefere viajar acompanhado, gosta de conhecer a história dos destinos e valoriza ter uma equipe responsável pela organização da experiência.
Não se trata apenas de visitar lugares diferentes, mas de fazer isso com conforto, segurança e uma programação bem estruturada.
O futuro das viagens em grupo é descobrir novos caminhos
A Europa tradicional não deixou de ser interessante. Roma continuará sendo Roma, Paris continuará encantando e Portugal sempre terá seus admiradores.
Mas o mundo é muito maior.
Existem cidades milenares na Ásia Central, paisagens extraordinárias na África, templos históricos no Oriente e culturas surpreendentes em regiões que ainda são pouco exploradas pelos turistas brasileiros.
E talvez a próxima viagem inesquecível esteja justamente em um desses lugares que você ainda não pensou em conhecer.
A Caprice Turismo continua desenvolvendo novos roteiros para quem deseja descobrir o mundo com uma organização cuidadosa, grupos exclusivos e experiências culturais que vão além do convencional.
Que tal descobrir qual será o seu próximo destino?
Conheça as viagens internacionais em grupo da Caprice e encontre uma experiência que combine com o seu jeito de viajar.